As Flores de Ofélia: Simbolismo e Reflexão do Papel da Mulher na Sociedade
Um trabalho realizado pelos esforços do grupo de Iniciação Científica- Direito e Literatura 2025.2, da Faculdade de Direito da Uerj; assim como pelas reuniões do Grupo de Pesquisa de Direito e Literatura da Uerj e pelas aulas da eletiva Tópicos de Filosofia: Direito e Literatura 2025.2, ministrada pelo professor Alexandre Fabiano Mendes.
O Ato II de Hamlet: loucura, política e modernidade.
Um trabalho realizado pelos esforços do grupo de Iniciação Científica- Direito e Literatura 2025.2, da Faculdade de Direito da Uerj; assim como pelas reuniões do Grupo de Pesquisa de Direito e Literatura da Uerj e pelas aulas da eletiva Tópicos de Filosofia: Direito e Literatura 2025.2, ministrada pelo professor Alexandre Fabiano Mendes.
DEBATE: CLUBE DE LEITURA CLARICE LISPECTOR E MACHADO DE ASSIS
Este presente texto busca fazer uma descrição acerca do último encontro do Clube de Leitura Clarice Lispector e Machado de Assis, que foi divido em quatro encontros coordenados pelas mestrandas do PPGD/UERJ, Aline Miguez e Carine Rocha, acerca de uma obra de cada autor, em que o último teve foco no romance Dom Casmurro. Escrito por Jessika Lima Fernandes, graduanda da Faculdade de Direito e bolsista de Iniciação Científica da UERJ O encontro foi divido em dois blocos: o primeiro acerca do reconhecimento internacional sobre
Macunaíma: artista da transformação
Trecho do artigo Macunaíma: artista da transformação, publicado na Revista Passages de Paris 22/23: Dossier Varia. Artigo completo aqui Alexandre F. Mendes Introdução Na esteira dos recentes debates realizados em razão do centenário da Semana de Arte Moderna (São Paulo, 1922), o objetivo deste ensaio é abordar o mais famoso livro do escritor modernista Mario de Andrade, Macunaíma: o herói sem nenhum caráter (1928), através de três interpretações que se misturam com diferentes visões de Brasil. A primeira interpretação – que chamo de o Brasil
Mario de Andrade e a incerteza da entidade artística nacional
Essa resenha-ensaio tem como objeto o conhecido trabalho de Mario de Andrade, “Ensaio sobre a Música Brasileira”, de 1928. Nosso objetivo é explorar o elemento da indecisão como um constituinte da entidade racial brasileira a partir do seu trabalho sobre a nacionalização artística da música popular.
Orlando: desafios da fluência narrativa entre livro e filme
“O que o futuro traria, somente os céus sabiam. A mudança era incessante, a mudança talvez não cessasse nunca. Altas muralhas de pensamentos, hábitos que tinham parecido duráveis como pedras, caíam como sombras ao toque de um outro espírito e deixavam o céu desnudo, com estrelas brilhando.”[1]




