Arquivos do autor: pragmatismos UERJ

Alexandre F. Mendes (Prof. UERJ) * Palestra realizada no Human Rights, Society and Arts Research Group (Brunel University, Londres), no dia 27 de novembro de 2025. First of all, I would like to thank Professor Marcos Vinícius (Brunel University) for his kind invitation. It is a great pleasure to be here, for the first time, at Brunel University in London. I would also like to greet my fellow panel members and everyone in the audience. In the spirit of developing future academic exchanges, especially with

Um trabalho realizado pelos esforços do grupo de Iniciação Científica- Direito e Literatura 2025.2, da Faculdade de Direito da Uerj; assim como pelas reuniões do Grupo de Pesquisa de Direito e Literatura da Uerj e pelas aulas da eletiva Tópicos de Filosofia: Direito e Literatura 2025.2, ministrada pelo professor Alexandre Fabiano Mendes.

Um trabalho realizado pelos esforços do grupo de Iniciação Científica- Direito e Literatura 2025.2, da Faculdade de Direito da Uerj; assim como pelas reuniões do Grupo de Pesquisa de Direito e Literatura da Uerj e pelas aulas da eletiva Tópicos de Filosofia: Direito e Literatura 2025.2, ministrada pelo professor Alexandre Fabiano Mendes.

Este presente texto busca fazer uma descrição acerca do último encontro do Clube de Leitura Clarice Lispector e Machado de Assis, que foi divido em quatro encontros coordenados pelas mestrandas do PPGD/UERJ, Aline Miguez e Carine Rocha, acerca de uma obra de cada autor, em que o último teve foco no romance Dom Casmurro. Escrito por Jessika Lima Fernandes, graduanda da Faculdade de Direito e bolsista de Iniciação Científica da UERJ O encontro foi divido em dois blocos: o primeiro acerca do reconhecimento internacional sobre

Menção Honrosa na Cerimônia de Premiação da 33ª Uerj Sem Muros – Tema: “Democracia, Sustentabilidade e Justiça Social” Temos o prazer de divulgar a menção honrosa recebida pela Giovana de Souza Costa, aluna da Faculdade de Direito da UERJ e integrante do nosso Grupo de Pesquisa Pragmatismo(s), por sua participação no Projeto Revista Interdisciplinar do Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Revista RITMO, coordenado pelo Professor Alexandre Mendes. Em conjunto, Giovana foi finalista do Prêmio de Extensão Maria Theresinha do Prado Valladares – 2024,

Grupo de Pesquisa Direito, Pragmatismo(s) e Filosofia Inscrições para o clube de leitura diretamente pelo nosso formulário de inscrição Clube de Leitura Clarice Lispector e Machado de Assis, reunião às quartas-feiras, na Sala Mário Tavares do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Início no dia 4 de junho, atividades gratuitas. Primeiro Encontro (4 de junho) – Conto: Amor de Clarice Lispector(das 17h às 18h30) Segundo Encontro (11 de junho) – Conto: O Espelho de Machado de Assis(das 17h às 18h30) Terceiro Encontro (18 de junho)

Trecho do artigo Macunaíma: artista da transformação, publicado na Revista Passages de Paris 22/23: Dossier Varia. Artigo completo aqui Alexandre F. Mendes Introdução Na esteira dos recentes debates realizados em razão do centenário da Semana de Arte Moderna (São Paulo, 1922), o objetivo deste ensaio é abordar o mais famoso livro do escritor modernista Mario de Andrade, Macunaíma: o herói sem nenhum caráter (1928), através de três interpretações que se misturam com diferentes visões de Brasil. A primeira interpretação – que chamo de o Brasil

Escola Livre de Direito, Arte e Filosofia (UERJ) Inscrições para os clubes de leitura: [email protected] Ou acesse diretamente o nosso formulário de inscrição Clube de Leitura Justiça como Arte, reunião às quartas-feiras, na Sala Mário Tavares do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Início no dia 30 de agosto, atividades gratuitas. Clube de Leitura 1 – Narrativas da Existência – A palavra (en)cantada dos rapsodos e xamãs (das 16h às 17h30)    Clube de Leitura 2 – Clube de Leitura Virginia Woolf (das 17h30 às

Em toda obra de Dostoievski chega um momento que me traga pra dentro da narrativa. Em “Recordações da Casa dos Mortos”, é na parte da revolta na prisão. As reclamações dos presos sobre a comida escalam até a desobediência organizada. Mesmo sabendo da punição severa que se abateria sobre os participantes, o narrador-protagonista Goryanchikov resolve se unir aos rebelados. O entusiasmo de estar junto dos irmãos de cadeia é frustrado logo a seguir, quando Goryanchikov é rejeitado pelo grupo. Ele não pertence. Desolado, vai juntar-se aos presos que não aderiram ao movimento, na segurança da cozinha prisional.

É o nome de um dos poemas patrióticos mais famosos de Alexandre Pushkin. A invasão putinista na Ucrânia desencadeou uma onda de cancelamentos da literatura russa. Deveríamos era fazer o contrário. Deveríamos ler e reler incessantemente os russos à luz da invasão, inclusive para separar o joio do trigo e compreender de que maneira, do interior das obras, as linhas imperiocêntricas estejam presentes. O vício da cultura do cancelamento é cancelar sem ler ou então superestimando aspectos biográficos em detrimento das obras mesmas. Já adianto que ao longo de minha juventude mantive com a literatura russa oitocentista uma relação de fervor.

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