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O texto “Macunaíma (1928)”, de Lúcia Sá (Universidade de Manchester), faz parte do livro “Literaturas da Floresta: textos amazônicos e cultura latino-americana”, publicado em 2012 pela editora da UERJ. A obra sistematiza as pesquisas da autora sobre diversas literaturas e apresenta um guia para a compreensão da narrativa ameríndia.  Lucia Sá percorre as tradições orais da Floresta Amazônica, perpassando por diversas regiões brasileiras e pelos países que fazem fronteira com o nosso. Originalmente publicada em inglês, a obra é dividida em quatro partes: Roraima e os Caribes; O grande território dos tupis-guaranis; A confluência do Rio Negro; Os arauaques do Alto Amazonas. Nesse percurso, a autora revisita algumas obras de grandes escritores a fim de destacar a intertextualidade com as narrativas indígenas.

No último dia 9 de abril aconteceu a aula pública do Departamento de Introdução à Ciência Política e Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nacional de Córdoba (Argentina) sobre práticas políticas de funcionários, associações, partidos e cidadãos, mediada pela professora Cecilia Carrizo. Os convidados foram Yaku Perez Guartambel (advogado Kichwa-Kañari e candidato à presidência do Equador nas últimas eleições pelo partido indígena Pachakutik), Rosa Ñancucheo (Lonko¹ do povo Mapuche-Tehuelche em Chubut), Relmu Ñamku (membro da comunidade Winkul Newen, do povo Mapuche em Neuquén

A disciplina Estudo Crítico de Autores, do Programa de Pós-Graduação em Direito da UERJ, Linha Teoria e Filosofia do Direito, será dedicada este semestre ao pensamento do escritor Mario de Andrade. O curso, realizado pelo Zoom, é aberto a ouvintes através de autorização prévia a ser socilitada pelo e-mail: [email protected] O curso prevê 12 encontros semanais, sempre às sextas, 10h, a partir do dia 05 de março. O programa completo segue transcrito abaixo: (Retrato de Mário de Andrade , 1922 , Anita Malfatti) UNIVERSIDADE DO

Por: Marina Gomes de Oliveira O presente texto tem como objeto de análise e cotejo a obra A História da Sexualidade I: A Vontade de Saber, de Michel Foucault, e a introdução da Microfísica de Poder, escrita por Roberto Machado e intitulada Por uma genealogia do poder. No que diz respeito à primeira obra, a abrangência de seu escopo nos conduziu a restringir nossa análise ao capítulo Nós, Vitorianos, no qual o autor traça um amplo panorama dos temas de que tratará ao longo da

Por: Alanna Medeiros Martins Os intrincados textos de Michel Foucault capturam o princípio norteador das relações de poder e as direções em que essas se estabelecem. Na presente análise, desenvolver-se-á uma relação entre os livros “História da Sexualidade: a vontade de saber” e “O nascimento da biopolítica”, observando seus pontos de interseção com as redes de poder. Não obstante, faz-se referências pontuais à outras obras que possuem posições que se coadunam e complementam. A preferência pelas obras citadas possui o intento de evidenciar a transposição

Por: Penha Lopes Teixeira 1. INTRODUÇÃO Este trabalho pretende relacionar os capítulos Instituições completas e austeras e Os recursos para o bom adestramento do livro Vigiar e Punir – Nascimento da prisão, escritos pelo filósofo Michel Foucault, com o capítulo 4 do trabalho de final de curso intitulado A violação do direito à saúde para mulheres encarceradas, escrito pela estudante de Direito Giulia Soares. O objetivo é refletir sobre a instituição prisão, partindo de textos de um autor célebre que realizou um estudo importante sobre

Por: Helena Marques O filósofo Michael Foucault, em meio de tantas obras, escreveu dois textos que conversam entre si: Capítulo V- O Direito da Morte e o Poder sobre a Vida, da História da Sexualidade e o Capítulo II – Recursos para o Bom Adestramento do livro Vigiar e Punir. No capítulo II de Vigiar e Punir, Foucault afirma, ao citar Walhausen, que o bom adestramento tem como arte a correta disciplina e, a partir dessa arte, analisa os instrumentos com que ela é imposta

Por: Deniz Pastor 1. INTRODUÇÃO A presente resenha é sobre o texto “A violação do direito à saúde para mulheres encarceradas”, fruto da monografia de conclusão de curso da agora bacharel em Direito, Giulia da Silva Soares. O foco da resenha é o capítulo 4 do texto, que fala especificamente sobre a ausência de atendimento médico especializado para mulheres encarceradas, bem como as origens e desdobramentos das prisões brasileiras e a escassez de cuidados médicos no interior das prisões femininas. A autora também aborda a

No último semestre, no âmbito da disciplina Tópicos de Filosofia: A atualidade de Michel Foucault (1926-1984), ministrada pelo professor Alexandre Mendes na Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, alunos da graduação e pós-graduação tiveram a oportunidade de debater temas e conceitos essenciais da obra do filósofo francês, tais como: poder, práticas punitivas, ilegalismos, disciplina, sexualidade, biopoder, entre outros. A partir desses temas, foram apresentados seminários, questionários, resenhas e ainda a elaboração de um verbete dos principais conceitos e

Reunimos neste post as três resenhas escritas por Bruno Cava sobre o livro Vertigens de Junho: os levantes de 2013 e a insistência de uma nova percepção (Autografia, 2018), publicadas na revista Estado da Arte, do jornal Estadão. O livro foi lançado em 2018 reunindo textos escritos desde o início do levante de Junho. Além de resgatar esse conjunto de intervenções, realizadas no calor do momento, a obra também busca uma compreensão das linhas de possibilidade deixadas pelo acontecimento na atualidade, recusando a “morte teórica”

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